sábado, 15 de outubro de 2011

Como evitar infecção após a cirurgia plástica

Uso de clorexidina como uma lavagem pré-operatória cirúrgica reduz o risco de uma infecção de sítio cirúrgico  em metade, em comparação com a lavagem com 10% iodopovidona, conforme constatado por investigadores do Hospital Geral de Cingapura e apresentado na 51 Conferência Interscience sobre Agentes Antimicrobianos e Quimioterapia.
Clorexidina e iodo-povidona, ambos usados ​​no pré-operatório para reduzir infecção, têm espectros semelhantes de atividade bactericida, mas diferenças na sua eficácia na erradicação da micróbios têm sido relatados.
Os investigadores, liderados pelo farmacêutico Yixin Liew, realizaram uma meta-análise para avaliar a eficácia de um banho de clorexidina na redução da taxa de infecção cirúrgica.
Dez estudos envolvendo 10.934 pacientes preencheram os critérios de elegibilidade e foram incluídos na meta-análise.
David Hooper, chefe da unidade de controle de infecção e chefe adjunto da divisão de doenças infecciosas no Massachusetts General Hospital em Boston, e presidente da Sociedade Americana de Microbiologia, disse que este estudo está em linha com a possibilidade de que a clorexidina talvez tenha capacidade de se ligar a células epiteliais escamosas, e assim ter um efeito residual, sendo mais eficaz para o banho pré-cirúrgico e como uma preparação da pele cirúrgica também.
Ele disse que seu hospital mudou e tem optado pela clorexidina como o armamento cirúrgico preferido, "e há recomendações como parte de diretrizes que você deve considerar isso."
Ms. Liew e Dr. Hooper não declararam relações financeiras relevantes.
 


O Wulkan-Hurwitz Center for Plastic Surgery e o Núcleo Avançado de Rinoplastia já vem utilizando a clorexidina de rotina como preparo de cirurgia e, até o momento desta publicação, não teve nenhum caso de infecção recente ligado à cirurgia plástica. Vamos manter esta conduta que agora está ainda mais embasada em estudos científicos.



terça-feira, 11 de outubro de 2011

Hoje é o Dia Internacional do Combate à Obesidade

Neste dia, vamos lembrar de seguirmos uma vida saudável, com hábitos nutricionais adequados e atividade física regular.
Quem está acima do peso deve procurar avaliação médica com endocrinologista especializado e nutricionista; a medicina atual é capaz de ajudar muito os obesos e aqueles que estão em sobre-peso.
Não existem dietas milagrosas...desconfiem de quem fala a favor disso. Existe disciplina e força de vontade.
Para aqueles que já perderam muito peso, a última etapa pode ser a plástica de contorno corporal pós obesidade. Visitem www.plasticaposobesidade.com.br, www.totalbodylift.com.br, www.lowerbodylift.com.br, www.upperbodylift.com.br, www.contornocorporal.inf.br para mais informações.

domingo, 9 de outubro de 2011

Anemia pode aumentar as chances de complicações em cirurgias plásticas

Estudo recente relata aumento na probabilidade de complicações

Era sabido que pacientes com anemia têm piores resultados após a cirurgia cardíaca, mas o impacto sobre a anemia em outras cirurgias não estava clara. Pessoas com anemia são deficientes em células vermelhas do sangue.

Para o novo estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 227.000 pacientes dos EUA que tiveram vários tipos de cirurgia: em geral, vascular, ortopedia, ginecologia, neurocirurgia, urologia, otorrinolaringológicas, plástica e torácica. Dos pacientes no estudo, 69.229 tiveram anemia antes da cirurgia.

O risco de morte dentro de 30 dias após a cirurgia foi de 42 por cento maior entre os pacientes com anemia, que também eram 35 por cento mais propensos a ter problemas no pós-operatório, tais como cardíaco, respiratório, urinário, sepse e problemas de coagulação do sangue, segundo o estudo .

O aumento do risco de morte variou de 41 por cento para os pacientes com anemia leve e 44 por cento para aqueles com anemia moderada a grave. O aumento do risco de problemas no pós-operatório variou de 31 por cento para aqueles com anemia leve a 56 por cento para aqueles com anemia moderada a grave, disseram os pesquisadores.

"Mesmo anemia leve aumenta o risco de morbidade pós-operatória e mortalidade em pacientes submetidos a cirurgias não cardíacas importantes;portanto, os médicos precisam considerar o tratamento pré-operatório de anemia, quando possível. Mais pesquisas são necessárias para estabelecer a eficácia, segurança e custo-efetividade dessa abordagem na anemia pré-operatória ",conforme disseram os pesquisadores da Universidade Americana de Beirute, no Líbano Medical Center concluído em um comunicado à imprensa da revista.

O estudo foi publicado on-line 05 de outubro e irá aparecer em uma edição especial de cirurgia próximos The Lancet.

Esta conduta de avaliação clínica rigorosa já é uma realidade no Wulkan-Hurwitz Center for Plastic Surgery. Todos nossos pacientes são orientados em todos os aspectos clínicos, nutricionais e psicológicos. Com mais saúde, o risco de intercorrências durante e após a cirurgia devem diminuir. Cirurgias como o www.totalbodylift.com.br, www.upperbodylift.com.br, www.lowerbodylift.com.br, www.plasticaabdome.com.br, www.plasticaposobesidade.com.br, www.plasticadosseios.com.br, www.contornocorporal.inf.br são exemplos de cirurgias que merecem maior atenção do cirurgião plástico no preparo pré-cirúrgico e vigilância da anemia. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Plástica da região intima feminina tem benefícios estéticos e de melhora no conforto das pacientes

Cirurgia plástica íntima melhora desempenho sexual e aumenta a autoestima

Reconstrução na região íntima da mulher tem satisfação das pacientes em até 97,2% dos casos

O desconforto com a parte íntima tem levado muitas mulheres à mesa de cirurgia para fazer intervenções cirúrgicas na área genital feminina. Isso vem se tornando cada vez mais comum, uma vez que esse tipo de procedimento aumenta a autoestima da paciente e pode ajudar também em sua vida sexual, além de outros benefícios físicos.  

É difícil definir o que é “normal” na estética da vagina, já que isso depende de como a pessoa se sente em relação ao órgão. As queixas mais comuns entre as mulheres dizem respeito ao tamanho e/ou flacidez dos pequenos ou grandes lábios vaginais, assimetrias, escurecimento da mucosa e muito volume do monte pubiano. Essas alterações podem se tornar visíveis já na adolescência, época em que os hormônios estão em alta  - o humor e a autoestima ficam instáveis e as mulheres com mais dúvidas. “É uma cirurgia estética que pode ajudar no bem-estar;antes de realizar a cirurgia, a prioridade é descartar doenças na região vaginal que podem comprometer a saúde da paciente”, explica o cirurgião plástico Dr. Marcelo Wulkan (CRM-SP 108732), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Rhinoplasty Society e coordenador do Wulkan-Hurwitz Center for Plastic Surgery.

No Brasil, não existem estatísticas precisas sobre o tema.  
Em estudo feito no Department of Obstetrics and Gynecology do Intercommunal Hospital em Creteil-França,  dos 163 pacientes que se submeteram a cirurgia de redução dos pequenos lábios, 89% relatou satisfação estética e 93 satisfação funcional. Outro estudo com 177 pacientes do Caring For Women Wellness Center em Davis (EUA) apontou uma satisfação de até 97,2%. As indicações para a cirurgia incluíram o desejo de uma aparência melhor (94%), melhora da auto-estima (33%), sentir-se mais “normal”(31%) e melhorar o desconforto durante a prática de exercícios/penetração sexual (76%). “A história de restaurar a virgindade é mito. O objetivo da cirurgia é ajudar na parte estética da região íntima e na melhora do conforto pessoal durante atividades do dia a dia, prática de exercícios e relação sexual”, explica o Dr. Wulkan.

Segundo uma revisão feita pelo Dr. Wulkan sobre as principais técnicas de ninfoplastia, não existe uma que seja a melhor, e sim, uma escolha individualizada para cada caso. O primeiro passo é a avaliação médica e os exames essenciais de pré-operatório. “Após certificar que a paciente está em perfeitas condições físicas e emocionais, realizamos a cirurgia com anestesia local e sedação com duração média de 40 minutos. A cirurgia deve sempre ser feita em ambiente hospitalar.”, esclarece Dr. Wulkan. De acordo com o cirurgião plástico, após procedimento, há necessidade de higiene adequada da região e deve-se evitar relação sexual por aproximadamente 30 dias, para não interferir na cicatrização da área operada. A região fica inchada por várias semanas e é preciso tomar antibióticos e analgésicos para proporcionar conforto durante a recuperação.

 “A cirurgia plástica da região íntima feminina está se tornando cada vez mais comum e os estudos apontam para um grau de satisfação na parte estética e funcional é bastante alto”, finaliza Dr. Wulkan.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Implante de mama em adolescentes

É relativamente comum receber em consultório de cirurgia plástica adolescentes que desejam aumentar as mamas. Seja por modismo ou por real "necessidade", o médico deve informar todos os prós e contras do procedimento.
Os implantes / próteses mamárias não devem ser utilizadas antes da formação total das mamas, o que acontece em torno dos 17 ou 18 anos, variando conforme o biótipo de cada paciente. Eventualmente, um ginecologista poderá liberar a cirurgia 1 ou 2 anos antes, mas mesmo assim é preciso ter o preparo psicológico para a mudança.

As jovens de hoje querem a cada dia se sentirem mais atraentes e sedutoras. Também existe a influência de outras colegas que já realizaram a cirurgia.Cabe aos pais e médico de escolha ponderar se todos os parâmetros de segurança clínica e psicológica estão corretos para se fazer a cirurgia. O intuito não é contra-indicar a cirurgia em adolescentes; temos que ser apenas responsáveis e coerentes com tudo que seja à favor dos pacientes adolescentes.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como é a ruptura e contratura dos implantes de mama?

Contratura capsular é uma resposta anormal do sistema imunológico a substâncias estranhas no corpo humano.
Embora a causa de contratura capsular seja desconhecida, sabe-se que a contaminação bacteriana, a ruptura da superficie do implante, o vazamento do “recheio” de gel de silicone e hematoma (sangramento no local da cirurgia) pode estar relacionado com a ocorrência da contratura capsular.
Como a contratura capsular é uma resposta do sistema imunológico para defender a integridade corporal do paciente, é importante ressaltar que pode ocorrer novamente mesmo após a cirurgia corretiva da contratura capsular.

O grau de contratura capsular é classificado usando a escala Baker:

Grau I - a mama é normalmente suave e parece natural em tamanho e forma. Basicamente, todas pacientes tem pelo menos grau 1 pois sempre ocorre a formação da cápsula.
Grau II – a mama se torna um pouco firme mas parece normal.
Grau III - a mama é firme e parece anormal ou um pouco distorcida.
Grau IV - a mama esta distorcida e dura, podendo apresentar desconforto e dor.

A correção de contratura capsular pode requerer a remoção cirúrgica da cápsula, ou a remoção e possível substituição do implante. Capsulotomia fechada (“quebra” da cápsula através de manipulação externa) não se usa mais porque pode romper o implante de mama. Métodos não-cirúrgicos de tratamento de cápsulas incluem massagem, ultra-som externo,tratamento com inibidores da via dos leucotrienos (por exemplo, Accolate, Singulair e terapia de campo eletromagnético pulsado.

O Mentor Worldwide LLC conduziu um estudo das complicações médicas sofridas por pacientes com cirurgia de implante de mama. Em março de 2000, em uma apresentação na Food and Drug Administration, o relatório de Mentor indicou que 43 por cento dos pacientes com implantes mamários de solução salina relataram complicações médicas que ocorrem dentro de três anos da cirurgia, além disso, 10 por cento desse grupo percentual queixou-se de contratura capsular.

No site de outra importante empresa de implantes mamários (Natrelle) é citado que: Implantes não tem uma "data de validade". Mas pouco a pouco eles se desgastam. Baseado na melhor informação atualmente disponível, muitos cirurgiões plásticos dizem aos pacientes que a possivel necessidade de substituição em cinco anos seria cerca de 1%, por dez anos, 5%, por 15 anos de 25%.

No Estudo Allergan Core, a ruptura do implante foi avaliada nos pacientes que tinham agendado Ressonância Magnética (RM) para triagem de ruptura em silêncio (ou seja,
parte da coorte RM) e aqueles que não foram avaliados para ruptura por ressonância magnética (ou seja, parte da coorte não-MRI). Para pacientes primárias de aumento de mama a taxa de ruptura foi de 8,6% e a taxa de ruptura por-implante foi de 5,1% a 7 anos. Isto significa que num periodo de 7 anos, aproximadamente 9 em cada
100 mulheres que fizeram aumento mamário primário tiveram pelo menos uma ruptura. A incidência de ruptura de todo o estudo (incluindo o aumento, revisão de aumento,reconstrução e revisão de reconstrução pacientes) ao longo de 7 anos foi de 7,3% para os pacientes e 4,5% para os implantes. Através de todos os pacientes no estudo Core, todas as rupturas foram intracapsular com 1 caso de extracapsular.
A idade média dos implantes foi de aproximadamente 11anos. Ruptura silenciosa foi encontrado em aproximadamente 15% doo grupo combinado de aumento, reconstrução epacientes com revisão e 8% dos implantes. Houve um possível caso de ruptura extracapsular com o restante classificadas como rupturas intracapsular. Nenhum caso de migração do gel do implante foram encontrados.Informações adicionais sobre a ruptura serão coletados através da Allergan com novos estudos pelo Núcleo de Estudos e Breast Implant Follow-Up Study (BIFS).

No Estudo da Allergan Core, para as mulheres recebendo aumento implantes, pela primeira vez, o risco de contratura capsular grave foi de 16% em 7 anos. Para mulheres que recebem revisão do aumento mamário (nova mamoplastia de aumento), o risco de contratura capsular grave foi de 20% em 7 anos.

Com este conhecimento, fica evidente que todos os pacientes que fazem mamoplastia de aumento com implante de silicone precisam fazer acompanhamento com o cirurgião plástico de escolha para monitorar a ocorrência da contratura/ruptura. Não costuma ser uma grande complicação. Veja mais em www.drwulkan.com.br e www.plasticadosseios.com.br.  Seu cirurgião plástico da SBCP vai poder elucidar suas dúvidas sobre o assunto e ajudá-la no que for preciso.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Lipoenxertia (preenchimento com gordura) só pode ser feito pelo médico.

Prezados pacientes:
Leiam a seguinte reportagem abaixo sobre um ato errado de uma pessoa desesperada pela sua auto-imagem nos EUA.

A morte de uma mulher em Illinois pode servir como um aviso para aqueles que consideram “do-it-yourself” seguro no ramo de cirurgias plásticas. De acordo com a ABC News, a mulher de 63 anos morreu de uma infecção bacteriana logo depois que ela injetou gordura da carne aquecido em seu rosto.
Aparentemente, Janet Hardt havia realizado o procedimento em si mesma várias vezes antes. Injetou em torno da boca e do queixo para imitar os resultados das injeções de Botox, que ajudam a reduzir as rugas.
"Há muita gente por aí fazendo auto-injeções para rugas, mas eu não sei de nenhuma associação médica que recomende esta abordagem," um especialista em cirurgia plástica disse à ABC News.

Enquanto a mulher tinha cicatrizes e infecções das injeções, a causa oficial da morte foi a inflamação da parede abdominal e sem relação com a gordura da carne.

Segundo a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (ASAPS), quase 4 milhões de indivíduos foram submetidos a procedimentos não-cirúrgicos em 2010 (ex: Botox, Juvederm,...). A popularidade destes procedimentos pode ser devido ao fato de que eles fornecem resultados positivos a um preço relativamente acessível.
No www.drwulkan.com.br você encontra informações seguras da maneira correta de se aplicar gordura do próprio corpo; ou seja, sempre com médico da SBCP com experiência e em ambiente hospitalar de preferência. Esta contra-indicada a aplicação de qualquer tipo de gordura pelo próprio paciente pois os riscos, como visto nesta reportagem, podem ser até fatais.