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quinta-feira, 12 de julho de 2012



ESTUDOS COMPROVAM: APÓS LIPOASPIRAÇÃO, EXERCÍCIOS AJUDAM A MANTER A GORDURA “LONGE”.

A lipoaspiração, geralmente considerada como a mais popular cirurgia cosmética no mundo, envolve a aspiração de células de gordura no subcutâneo, ou seja,  logo abaixo da pele. Mas para obter benefícios duradouros, um novo estudo sugere que  as pessoas precisam se exercitar. Caso contrário, arriscam-se a recuperar a gordura perdida durante a cirurgia e a gordura se redistribui novamente.

Para o novo estudo, que aparece na edição de julho do The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, os pesquisadores da Universidade de São Paulo recrutaram 36 mulheres saudáveis, com idades entre 20 a 35 que não se exercitaram regularmente durante os seis meses antes do início do estudo. Todos eram do peso normal, mas de bom grado foi ofericido aos pacientes que se retirasse dois e meio a três quilos de gordura através da lipoaspiração.

Apesar da popularidade do procedimento, existem dúvidas há vários anos que não se pode reduzir permanentemente as lojas corporais de gordura. Cirurgicamente extirpando bolsas de gordura de roedores, por exemplo, quase sempre acabava em troca a gordura, ou seja, depois de alguns meses ou um ano, embora nem sempre na mesma área de onde foi removida.

Em vez disso, os animais, muitas vezes ganham gordura dentro de seus abdomens, criando o que é conhecido como gordura visceral, um tecido gorduroso que fica ao redor de órgãos, produzindo e liberando substâncias bioquímicas conhecidas por aumentar o risco de doenças cardíacas e diabetes. Em vários estudos, a gordura visceral tem sido demonstrada ser significativamente mais fisicamente prejudiciais do que a gordura subcutânea.

Existe a dúvida se  lipoaspiração pode levar o organismo a produzir mais gordura visceral. No ano passado, em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da University of Colorado no Denver Campus Medical Anschutz, mulheres que tinham feito lipoaspiração na gordura subcutânea em coxas e abdômen recuperaram toda a gordura dentro de um ano, e parte dessa nova gordura foi da variedade visceral.

"A mensagem de nosso estudo foi que a gordura corporal é muito bem defendida", diz o Dr. Robert H. Eckel, professor de medicina na Universidade do Colorado, Denver, que supervisionou o estudo.
Os resultados do estudo da USP foram semelhantes, com uma torção significativa. Nos primeiros quatro meses após a cirurgia, metade das mulheres tinha recuperado a gordura, especialmente gordura visceral. Eles tinham, de fato, aumentaram seus estoques de gordura visceral em cerca de 10%, em comparação com antes da cirurgia.

Os que ganharam gordura também tiveram espontaneamente, sem qualquer intenção ou desejo de fazê-lo, diminuição nas suas atividades cotidianas. Eles estavam se movendo menos do que antes da cirurgia, e isso, especulam os investigadores, quase certamente contribuiu para o ganho de gordura visceral.
Metade do grupo, no entanto, não detectou estes efeitos indesejáveis. Estas foram as mulheres que haviam sido designados para começar a se exercitar. Durante quatro meses após a sua cirurgia, essas mulheres trabalhavam fora três vezes por semana com sessões de exercício supervisionado, caminhando ou correndo em uma esteira por cerca de 40 minutos.As mulheres que se exercitaram posteriormente recuperaram pouca gordura e nenhuma gordura visceral nova.

A lipoaspiração, conforme consluem os autores do estudo  pode, potencialmente, "desencadear um aumento compensatório de gordura visceral, que é efetivamente combatido pela atividade física."
A lição é clara. "Acreditamos  que para a pessoas que se submetem à lipoaspiração, é muito importante, se não essencial, que se exercite após a cirurgia", diz pesquisadora sa USP.

Dr. Eckel, da Universidade de Colorado enfaticamente concorda. Os estudos em animais em seu laboratório, diz ele, têm mostrado que o exercício após a perda de gordura, se a perda é conseguida através da lipoaspiração ou da dieta, permite que o cérebro redefina  a sua noção de quanto o corpo deve pesar - do que peso, em outras palavras, deve ser defendida.

O exercício também estimula o corpo a contar mais com gordura como combustível. "A gordura que é queimado", ressalta ele, "não é armazenada. É muito simples. "

O Wulkan-Hurwitz Center for Plastic Surgery sempre orientou seus pacientes nutricionalmente e quanto aos hábitos de vida saudáveis, incluindo exercícios antes e após as cirurgias de contorno corporal, tal como ocorre na lipoaspiração, lipoescultura, lipoenxertia estruturada e outras. Com base nesses novos estudos, mantemos nossa orientação de sempre, enfatizando que a saúde clinica global é mais importante que o aspecto estético final. A saúde deve ser respeitada e agora, mais do que nunca, temos provas científicas disso. A plástica continua sendo uma ótima opção para se retirar excesso de gordura localizada e enfatizamos que para se manter os resultados e saúde, os exercícios monitorados juntamente com uma boa nutrição devem sempre ser coadjuvantes no processo de recuperação da cirurgia.


domingo, 23 de outubro de 2011

ENTREVISTA COM DR. WULKAN NO PORTAL IG SAÚDE- O QUE PODE DAR ERRADO NA CIRURGIA PLÁSTICA

Prezados pacientes:

Segue a minha entrevista de hoje publicada no Portal Ig Saúde sobre possíveis intercorrências de cirurgia plástica e dicas de como minimizar suas ocorrências.

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O que pode dar errado na cirurgia plástica


Riscos e resultados dos procedimentos muitas vezes independem da perícia do médico. Saiba quais são e como minimizá-los


É sempre válido corrigir ou melhorar algum aspecto físico que está afetando a auto-estima. No entanto, quem deseja se submeter a uma cirurgia plástica, seja ela reconstrutiva ou estética, precisa estar ciente de que nem sempre o resultado final é o desejado.
Mesmo tomando o cuidado de realizar o procedimento com um cirurgião plástico experiente, por vezes, o organismo reage diferente do esperado, transformando o sonho de um corpo mais bonito num verdadeiro desastre estético.
“Sempre pergunto aos meus pacientes se eles me procuraram por uma questão de momento ou se é algo que incomoda há tempo. Plástica não pode ser algo de momento. É preciso avaliar se os benefícios serão maiores do que os riscos. Quando não são, oriento a pessoa a pensar melhor” diz o cirurgião plástico Marcelo Wulkan, de São Paulo. Cerca de 30 %, diz ele, não voltam porque pensaram melhor ou porque encontraram outro profissional que aceitou fazer o procedimento sem questionar isso.
Consultar um profissional habilitado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), analisar os potenciais riscos durante e depois da operação, fazer todos os exames necessários e, principalmente, pesar os prós e contras da cirurgia são etapas que devem ser seguidas à risca antes de partir para o procedimento, recomenda o cirurgião Luciano Chaves, vice-presidente da SBCP. Ter o apoio da família é outro cuidado que pode ajudar a diminuir os riscos de problemas depois da cirurgia.
“Tem pacientes, especialmente mulheres, que fazem plástica à revelia da família sem ter em mente que o pós-operatório é um período delicado, com limitações, e que precisa ser enfrentado com apoio de quem está mais próximo. A pessoa fica mais dependente e precisa de alguém por perto para ajudar na rotina” diz Chaves.
Durante e logo após a cirurgia, os riscos mais imediatos – e que independem da ação do médico – são as reações à anestesia e os sangramentos. Infecções são eventos mais raros, mas também podem acontecer, diz Wulkan.
Alguns problemas podem aparecer certo tempo depois de feito o procedimento: cicatrizes de má qualidade, como as quelóides e as hipertróficas (com aspecto feio, alargado, espesso e, às vezes, doloroso) são mais frequentes em negros e asiáticos mas também podem estar presentes em qualquer pessoa, especialmente em áreas como o lóbulo da orelha e a região entre as mamas.
Muitas vezes dá para prever como será a cicatrização com base em uma análise da pele e dos hábitos de vida do pacientes. Quem fuma, alerta Wulkan, provavelmente terá problemas de cicatrização. Pessoas com estrias também podem não ter um bom resultado.
“As marcas das estrias na pele já são um indicativo de que ela não tem uma boa capacidade de retração. É importante sempre informar isso ao paciente para evitar frustração com os resultados” explica Wulkan.
Na colocação de implante de silicone um problema imprevisível é a rejeição da prótese pelo organismo, gerando o que os médicos chamam de contratura capsular, uma condição que ocorre em cerca de 3% das mulheres no período de um ano. Em alguns casos, explica Wulkan, é necessário retirar e trocar a prótese. Tanto na cirurgia de redução quanto na de aumento, também pode haver perda (temporária ou até permanente ) de sensibilidade nas aréolas.
Outro imprevisto comum da cirurgia plástica é o acúmulo de líquido na região lipoaspirada. Esse líquido, explica Wulkan, pode ser retirado no consultório com a ajuda de uma seringa ou é absorvido pelo corpo em algumas semanas. Já nas plásticas feitas no abdome um efeito inesperado bem frustrante para o paciente é a distorção no umbigo.
“Toda cicatriz em região de orifícios, como é o caso do umbigo, pode ficar com o tamanho menor do que o usual. Além disso, o umbigo pode ficar com o aspecto irregular”, explica o cirurgião.

Veja como você pode ajudar a reduzir os riscos de um resultado inesperado na cirurgia plástica:

• Se você fuma, pare ao menos um mês antes do procedimento
• Se você é mulher, evite a pílula um mês antes da cirurgia, especialmente se o procedimento for durar mais do que 4 horas (ela aumenta o risco de trombose venosa profunda, uma condição potencialmente fatal)
• Não faça procedimentos estéticos como esfoliação, peeling profundo ou dermoabrasão antes da cirurgia
• Se toma isotretinoína (para acne) pare com o medicamento três meses antes da cirurgia e só volte a tomar depois de 6 meses do procedimento (a medicação pode prejudicar a cicatrização no pós operatório)
• É importante estar com o peso estabilizado, para evitar o efeito-sanfona, especialmente se a cirurgia for feita na barriga, no bumbum ou nas mamas
• Se quer engravidar em curto ou médio prazo, vale repensar se não é melhor adiar cirurgia para depois de seis meses decorridos do fim da amamentação
• Evite o sol antes e depois da cirurgia, especialmente se ela for feita na face. Na área operada, use filtro com fator de proteção solar 30 (no mínimo)
• Faça todos os exames clínicos solicitados pelo médico para saber se está pode se submeter ao procedimento
• Só opere em hospitais ou clínicas que tenham suporte para atuar em casos de emergência

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

ERRO MÉDICO: CIRURGIÕES NÃO ESPECIALISTAS EM CIRURGIA PLÁSTICA REPRESENTAM PERIGO AOS PACIENTES

Médicos que não são certificados em cirurgia plástica oferecem cada vez mais procedimentos cosméticos que colocam a vida dos pacientes em risco. Leis estaduais sobre americanas permitem que os médicos realizem os procedimentos após receber apenas um treinamento mínimo, dizem os críticos. Muitos pacientes não estão cientes de que há uma diferença entre cirurgiões treinados com  residência de cirurgia plástica e cirurgiões plásticos efetivamente apto, diz o Dr. Phil Haeck, presidente da ASPS (American Society of Plastic Surgery).

À seguir, escrevo a tradução reduzida de um artigo da USA TODAY postada hoje. A realidade nos EUA é muito parecida com a nossa aqui no Brasil. Em vermelho, cito minha opinião no decorrer do artigo.

MIAMI - O marido dela diz que ele amava o jeito que ela era, mas Kellee Lee-Howard queria um corpo mais magro. Então ela foi para uma clínica para fazer lipoaspiração "minimamente invasiva" .

James Howard acordou no Dia dos Namorados de 2010, para encontrar sua esposa morta no sofá da sala.

Junto com seu marido, Lee-Howard, 32, deixou para trás seis crianças - com idades entre 3 a 14 - e um rastro de dúvidas sobre o médico que não é certificado em qualquer especialidade médica, mas realizou um tipo de lipoaspiração que tem
ensinando a outros não-cirurgiões-plasticos em todo o país.

Alberto Sant Antonio, cujo escritório não foi registrado como um centro de cirurgia, fez a lipoaspiração no dia anterior.
De acordo com o relatório da autópsia, Lee-Howard morreu de uma overdose do analgésico da lidocaína de complicações após a "cirurgia eletiva cosmética."

Após o procedimento, ela não se sentia bem e fui dormir no sofá.
Na manhã seguinte, quando seu filho, então com 10 anos de idade tentou perguntar-lhe se ele poderia jogar um jogo de vídeo, Howard percebeu que ela não estava respirando e "começou a gritar o nome dela," tentando acordá-la.

Havia tanta lidocaína no corpo de Lee-Howard que ele mostrou "um mal-entendido básico dos princípios de farmacologia de segurança e paciente", diz Alberto Gallerani, um cirurgião plástico aqui que é um perito no processo judicial da família Howard contra Sant Antonio.
"Foi apenas ultrajante".

Chegou em seu escritório, Sant Antonio disse que "não era a liberdade de falar sobre o caso."
Seus advogados não retornaram as ligações de telefone, mas em julho eles entraram com uma moção visando julgar o caso ou exigir o advogado da família de Howard para especificar como Sant Antonio foi negligente.

Sant Antonio é um de um número crescente de médicos que se formou em outras especialidades médicas, como a oftalmogogia ou obstetrícia, mas têm ramificações no campo mais lucrativo da cirurgia estética. Pelo fato das leis estaduais que regem cirurgias de escritório baseado em muitas vezes são negligentes, níveis de formação variam tanto que alguns médicos estão realizando procedimentos cosméticos depois de apenas um fim de semana observando outros médicos.
Isto também acontece aqui no Brasil e já recebemos alguns pacientes vítimas desses falsos médicos especialistas.

Alguns dentistas treinados em cirurgia oral agora fazem implantes mamários; Obstetras/ ginecologistas fazem abdominoplastias e radiologistas estão fazendo lipoaspiração. Os resultados podem ser desastrosos, de acordo com entrevistas com dezenas de vítimas, advogados dos queixosos e cirurgiões plásticos, e uma revisão de processos.

Outro caso foi da dona de casa e mãe de dois filhos, Maria Shortall, 38, que morreu de parada cardíaca após uma lipoaspiração e um procedimento de transferência de gordura feita por Sant Antonio em junho, segundo o Departamento de Saúde da Flórida.

Sant Antonio "preenche um nicho no mercado com desconto, oferecendo cirurgia", diz Gallerani, que vê até cinco pacientes de uma semana cujas cirurgias foram mutiladas por não-cirurgiões-plásticos.
(Aqui no Brasil também existem similares e intermediadoras de cirurgia plásica que banalizam os procedimentos fazendo as cirurgias em hospitais sem preparo e com médicos de formação questionável).

Rohie Kah-Orukotan, em Weston nas proximidades, também morreu depois de lipoaspiração por um médico que não era um cirurgião plástico. Funcionários de saúde da Flórida alegou que Omar Brito - cuja formação foi em saúde ocupacional - estava fazendo cirurgia plástica sem treinamento suficiente ou o equipamento adequado, de acordo com registros do estado médica bordo, que mostram que ele entregou sua licença.


"É fora de controle", afirma o senador estadual da Flórida Eleanor Sobel, um democrata que é vice-presidente do Senado da comissão de regulamentos da saúde.
"É tudo sobre as pessoas fazendo um trabalho que não está qualificado para fazer."

Sobel, que representa perto de Broward County, planeja reintroduzir um projeto de lei que introduziu no ano passado para regular os chamados med-spas como clínicas médicas, o que os sujeitaria a uma inspeção. O projeto de lei não chegou a tração durante a última sessão do Legislativo, porque não era uma prioridade da liderança, Sobel diz, acrescentando que "com o aumento do número de mortes, deve ser uma prioridade este ano".
(Também considero importante esta fiscalização no nosso país). Sobel também planeja adicionar uma exigência de que alguém treinado em anestesia estar presentes para procedimentos, incluindo a lipoaspiração.

"Eu não acho que esses médicos de clínica geral são hábeis em anestesia, o que poderia ser fatal", diz Sobel. "A questão não está indo embora e precisa ser resolvido."

"Os conselhos são montados para que você possa dizer que você está certificado e especialista em algo", diz Randy Miller, um cirurgião plástico que dirige a Sociedade de Cirurgiões Plásticos Florida. "Ninguém está fingindo ser um cirurgião cardíaco, ninguém está fingindo ser um pediatra, mas todo mundo fingindo ser um cirurgião plástico."(Isto também é uma realidade no Brasil. Apenas a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica certifica quem é cirurgião plástico e está apto para fazer cirurgia plástica. Qualquer outra instituição/sociedade pode ter sido criada para “legalizar” seus membros e confundir os pacientes.Existem exceções, mas são poucas.)


Os custos são reduzidos, em parte, quando os pacientes são colocados sob anestesia local, em vez de sedação intravenosa (IV) ou anestesia geral. As despesas são muito menores quando não há anestesista, hospital ou centro cirúrgico credenciados.

Pode ser apresentada como uma forma de poupar dinheiro, mas às vezes é a opção dos médicos só porque a sua falta de formação torna-os inelegíveis para a prática em instalações credenciados.

A lipoaspiração é hoje o procedimento cirúrgico cosmético mais popular nos EUA, diz Cuzalina.

"Há alguém fazendo lipoaspiração em cada esquina quase", diz Cuzalina.
"As pessoas querem receber formação em lipoaspiração porque é mais fácil ir buscar treinado nesse do que em um procedimento de alto risco."

Já em 1999, no entanto, anestesista Rama Rao escreveu no New England Journal of Medicine que a lipoaspiração tumescente deve ser reavaliado por causa de mortes, especialmente de lidocaína.
O resumo acima enfatiza mortes e mau resultados principalmente pela lipoaspiração, decorridos de médicos não cirurgiões plásticos. Cabe ressaltar que em nossa pratica de consultório recebemos diversos pacientes com outros tipos de resultados ruins feitos por esses médicos, tais como: abdome, mamas, nariz (rinoplastia), ...

A informação é nossa maior arma. O único “motivo” para se fazer plástica com esses pseudo-plasticos é o preço mas nesse artigo já percebemos que o barato pode ficar bem mais caro. Previna-se: procure sempre um cirurgião plástico da SBCP.